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A proposta hoje é refletir e decidi que os posts aqui podem ser sobre tudo que nos ajuda a ter uma vida mais sensorial e saudável. E por que não reflexões para ajudar isso?

Os dias são cada vez mais curtos e atribulados: são muitas coisas que fazemos, contas para pagar, tem ônibus que atrasa, o café que caiu e manchou a toalha da mesa, a chave que emperrou na porta e você está atrasado/a, aquele livro que você quer tanto ler, aquela música que estava tocando e você foi para outra dimensão e…

E tem momentos que precisamos parar e pensar: o que estamos acumulando na nossa mochila da vida?

Sim, da mesma maneira que acumulamos coisas em armários e gavetas e é necessária uma faxina disso, precisamos pensar no acúmulo que carregamos na vida: mágoas, ressentimentos, preocupações, culpas, sofrimentos, intolerâncias, preconceitos, erros que são repetidos constantemente…o que estamos carregando que precisa ser descartado?

Essa “bagagem” extra na vida pesa e faz muito mal. Desenvolvemos doenças. E acabamos inseridos em um círculo vicioso: nos apegamos as tais pedras que carregamos, nos apegamos as doenças, pois são tão velhos conhecidos. Temos que romper com isso, ingressar sim em fases novas, deixando para trás a segurança do conhecido para viver o que precisamos conhecer!

É preciso movimentar. É preciso mexer sim nesse monte de coisas que trazem lembranças, que teimamos em esconder. É preciso o auto perdão. É preciso se olhar no espelho (de verdade) e dizer em voz alta: apesar de tudo, oi, eu te amo muito e você é lindo/a. Sim, porque apesar de tudo, estamos aqui para viver e evoluir, começando por mudar velhos hábitos: seja na alimentação, nos produtos que você usa, seja nas atitudes e sensações: chega a hora de libertação e quebra de certos padrões, que vamos repetindo, sem pensar, constantemente.

Então é preciso ir jogando o que carregamos pelo caminho. Desfazer, refazer, reconstruir, criar novas rotas e explorar novos mundos. Encerrar ciclos, iniciar outros.

Está na moda falar de minimalismo. Então vamos minimalizar: ter somente o mínimo necessário não se restringe a bens materiais. É importante que a gente exercite para somente carregar nessa mochila da vida o que é suficiente e, uma coisa eu garanto: sofrimento nunca é necessário carregar – ele se transforma em aprendizado e é esse que você deve guardar no seu bolso.

Mochila da Vida

E termino por aqui, desejando sensações lindas, necessárias e minimalistas. Por sorrisos e liberdade de sentir sem culpa. Se permita. Por que não?

Beijos Malaguetas!

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2 thoughts on “Reflexão: esvazie a mochila da vida!

  1. O bom do minimalismo físico é que separando o que não nos serve mais no mundo material, vamos limpando o emocional também!

    Seu post veio bem a calhar e me lembrou de uma técnica havaiana que ajuda nessa coisa de nos limparmos do passado, Ho’oponopono: Eu sinto muito, me perdoe, te amo, sou grata!

    A repetição desses 4 frases, pensando em pessoas, situações, emoções, vai ajudando a soltarmos essa bagagem!

    Beijos

    • Olá Roberta! Olha, pura verdade, no final, seja começando por fora (pelo físico) ou por dentro (pelo emocional) um ajuda o outro a descarregar esses “pesos”. É interligado, não tem aquela história: a bagunça da sua casa reflete a bagunça da mente? acho que faz sentido…rs
      Ai que delicia sua lembrança do Ho’oponopono…sim, excelente dica para essa limpeza – aliás, para limpeza do passado, nos relacionamentos com as pessoas, na vida! Obrigada por isso! Beijos enormes!

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